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	<title>Avicultura Inteligente &#187; Notícias</title>
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		<title>Quantos aquecedores eu preciso?</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 12:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manejo e Sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecedores]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
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		<description><![CDATA[O inverno se aproxima e o frio já está presente em alguns lugares. Os produtores já começam a se preocupar com o aquecimento e os mais cuidadosos vão conferir a vedação do galpão. Sempre surge a dúvida se o sistema de aquecimento existente suprirá as necessidades do inverno. Por isto, seguem algumas dicas de como<br /><span class="excerpt_more"><a href="/avicultura/2010/05/23/quantos-aquecedores-eu-preciso/">[continue reading...]</a></span>]]></description>
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</script></div><p>O inverno se aproxima e o frio já está presente em alguns lugares. Os produtores já começam a se preocupar com o aquecimento e os mais cuidadosos vão conferir a vedação do galpão. Sempre surge a dúvida se o sistema de aquecimento existente suprirá as necessidades do inverno. Por isto, seguem algumas dicas de como dimensionar o sistema.</p>
<p>O primeiro passo é calcular a quantidade de calor que precisa ser gerada no galpão. Existem 3 fatores a serem considerados.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">1.     Perda de calor por condução</span></p>
<p><strong></strong>Quando um galpão é aquecido a uma temperatura maior que a do ar que o circunda, uma parte do calor escapa para fora através das paredes. A quantidade de calor perdida pode ser calculada de acordo com a seguinte equação:</p>
<p style="text-align: left; "><strong>Qcondução = U x Asuperfície x ΔT</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>U: coeficiente de transferência de calor que indica a qualidade da vedação do galpão (kW/m2 x °C);<br />
A: área de superfície do galpão exposta ao ar frio (m2);<br />
ΔT: diferença de temperatura entre o interior e o exterior do galpão (°C).</p>
<p><img class="size-full wp-image-637 alignnone" title="aquecedor1" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/aquecedor1.jpg" alt="aquecedor1" width="400" height="208" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><span id="more-635"></span>2.     Perda de calor pela ventilação</span></p>
<p>Um galpão também pode perder muito calor através da ventilação. Isto pode acontecer devido ventilação forçada, ventilação natural e vedação ruim. Podemos realizar o cálculo da seguinte forma:</p>
<p><strong>Qventilação = VR x ΔT x 0,00036</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>VR: taxa de ventilação do galpão (m3/h);<br />
ΔT: diferença de temperatura entre o interior e o exterior do galpão (°C).<br />
O valor 0,00036 é uma constante usada para conversão de volume para massa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-638" title="aquecedor2" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/aquecedor2.jpg" alt="aquecedor2" width="400" height="206" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">3.     Incremento calórico proveniente das aves</span></p>
<p>O calor produzido pelos animais também auxilia a manter a carga térmica do galpão. O cálculo é o seguinte:</p>
<p><strong>Qaves = N x W x H</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>N: número de aves alojadas;<br />
W: peso médio das aves (kg);<br />
H: produção de calor específica do tipo e idade da ave por peso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-636" title="aquecedor3" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/05/aquecedor3.jpg" alt="aquecedor3" width="400" height="194" /></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Requerimento calórico</span></p>
<p>Quando os fatores que influenciam o requerimento calórico são conhecidos, podemos calcular a quantidade de calor necessária para o galpão.</p>
<p><strong>Qtotal = S x (Qcondução + Qventilação  &#8211; Qaves)</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>S: fator de segurança (1 a 4).</p>
<p>É essencial utilizar um fator de segurança porque a maioria dos galpões não são perfeitamente vedados e uma considerável quantidade de calor pode escapar por frestas. Como regra para galpões que utilizam cortinas novas o fator de segurança é 3.</p>
<p>O segundo passo é determinar o tipo de aquecedor a ser utilizado, sendo que os de queima indireta são sempre a melhor opção. Para o cálculo do número de aquecedores, temos:</p>
<p><strong>Número de aquecedores = Qaquecedor/ HO</strong></p>
<p>Onde:</p>
<p>HO: capacidade de aquecimento do aquecedor (kW).</p>
<p>A capacidade dos aquecedores deve ser informada pelos fabricantes. O calor perdido pela ventilação se refere apenas a ventilação mínima. O correto dimensionamento do sistema de aquecimento é importante para garantir o bem estar da ave e uma boa eficiência produtiva.</p>
<p><em>Por Bruno da Silva Pimenta, médico veterinário Munters Brasil.<br />
bruno.pimenta@munters.com.</em></p>
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		<title>Principais Doenças das Aves</title>
		<link>/avicultura/2010/02/28/principais-doencas-das-aves/</link>
		<comments>/avicultura/2010/02/28/principais-doencas-das-aves/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 17:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manejo e Sanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[doenças aves]]></category>
		<category><![CDATA[marek]]></category>
		<category><![CDATA[newcastle]]></category>
		<category><![CDATA[salmonelose]]></category>

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		<description><![CDATA[PRINCIPAIS VIROSES: Doença de Newcastle: Altamente contagiosa, afeta aves em qualquer idade. O vírus pode pode afetar e causar lesões no sistema digestivo, respiratório e nervoso, causando alta mortalidade.Aves com a doença de Newcastle na forma respiratória reduzem o consumo de alimentos e apresentam espirros, dificuldade em respirar, conjuntivite e, às vezes, inchaço da cabeça.Aves<br /><span class="excerpt_more"><a href="/avicultura/2010/02/28/principais-doencas-das-aves/">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-504" title="frango resfriado" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/02/frango-resfriado.JPG" alt="frango resfriado" width="236" height="280" /></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PRINCIPAIS VIROSES:</span></strong></p>
<p><strong>Doença de Newcastle:</strong> Altamente contagiosa, afeta aves em qualquer idade. O vírus pode pode afetar e causar lesões no sistema digestivo, respiratório e nervoso, causando alta mortalidade.Aves com a doença de Newcastle na forma respiratória reduzem o consumo de alimentos e apresentam espirros, dificuldade em respirar, conjuntivite e, às vezes, inchaço da cabeça.Aves em produção de ovos reduzem bruscamente a produção. Na forma digestiva a doença pode provocar diarréia com presença de sangue e mortes repentinas sem nenhum sinal e as lesões se concentram no sistema digestivo caracterizando-se, principalmente, por úlceras e hemorragias.Na forma nervosa, que pode ou não estar associada à forma respiratória, observa-se a paralisia de pernas e asas, incoordenação, torcicolo e opstótomo.As melhores maneiras de controle consistem na VACINAÇÃO, isolamento dos casos e higiene impecável. Observação: o vírus da Newcastle pode provocar conjuntivite no ser humano, portanto cuidado ao manusear aves suspeitas, doentes ou vacinas.</p>
<p><span id="more-503"></span></p>
<p><strong>Bronquite infecciosa:</strong> Doença que afeta somente galinhas e apresenta a forma respiratória em aves jovens, apresentando mortalidade elevada e sinais respiratórios semelhantes à Newcastle. Na galinha adulta em produção a forma preocupante é a genital, pois afeta  postura tanto em qualidade como em quantidade dos ovos que se apresentam com casca mole, sem casca, perda de cor da gema e a clara mostra-se liquefeita. Também a vacinação é a melhor estratégia para prevenir.</p>
<p><strong>Bouba aviária:</strong> Também conhecida por epitelioma contagioso, varíola das aves, difteria, &#8220;caroço&#8221;, &#8220;pipoca&#8221;e &#8220;bexiga&#8221;, afeta todas as aves e em qualquer idade, ocorrendo com maior freqüência no verão devido à proliferação de mosquitos que disseminam o vírus de local para local, picando e sugando as aves. Quando a bouba infecta a pele, aparecem os nódulos nas regiões desprovidas de penas (crista, barbelas, em volta do bico e dos olhos). Quando afeta a garganta (forma diftérica), há  formação de placas que podem se alastrar causando dificuldades para respirar, perda de apetite, prostação e mortalidade elevada. Também o melhor controle se faz com a VACINA, que pode ser aplicada logo ao nascer.</p>
<p><strong>Doença de Marek:</strong> É uma neoplasia de origem viral que afeta aves jovens, caracterizando-se pela presença de tumores que podem ser encontrados nas vísceras das aves (Marek visceral), no sistema nervoso central e periférico (Marek neural), na pele (Marek cutânea) e no globo ocular (Marek ocular). Os sintomas de quase todas as formas levam a ave à prostação, paralisia e morte elevada. A vacina também pode ser dada com 1dia de nascidos os pintos.</p>
<p><strong>Leucose linfóide:</strong> Assemelhada à doença de Marek, apresenta tumores internos de tamanhos variados e cor esbranquiçada, afetando aves adultas e com baixa mortalidade. É uma doença não contagiosa, de característica genética, devendo o indivíduo portador ser eliminado como reprodutor.</p>
<p><strong>Encefalomielite aviária:</strong> Afeta e infecta aves adultas e jovens, mas somente as jovens, até 8 semanas de idade, desenvolvem a doença que é caracterizada por tremores e paralisia do pescoço e cabeça. Nas aves em produção há queda brusca de postura. Existe a vacina, principalmente para indivíduos destinados à reprodução.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PRINCIPAIS BACTERIOSES:</span></strong></p>
<p><strong>Colibacilose: </strong>Doença comum na avicultura, causando grandes prejuízos. A bactéria encontra-se nos intestinos de aves e mamíferos, sendo eliminada com as fezes. Portanto higiene é fundamental como sempre nos ambientes de criação.Os pintinhos podem nascer contaminados devido à contaminação das cascas dos ovos ou ainda, contaminar-se no pinteiro. Os sintomas: onfalite, aerosaculite, pericardite, perihepatite e peritonite.Os sintomas também podem estar localizados nas articulações, causando artrite e ou no oviduto, causando salpingite.Pela gravidade e difusão de sintomas, é doença que pode causar grande mortalidade. A higiene e desinfecção periódica das instalações é a melhor maneira de prevenir esta doença.</p>
<p><strong>Salmonelose:</strong> Esta doença é uma das mais preocupantes pois pode representar problemas para o ser humano, pois as salmonelas infectam tanto mamíferos quanto aves, apesar de haver salmonelas específicas para cada caso, havendo entretanto, salmonelas consideradas não específicas. As principais são a pulorose, que afeta aves jovens, e o tifo aviário, que afeta principalmente aves adultas. As salmonelas não específicas causam o paratifo aviário. As salmonelas são altamente patogênicas para mamíferos e aves, causando alta mortalidade. Seus sintomas se confundem com com outras bacterioses, como a colibacilose e a diferenciação é feita com o isolamento e identificação da bactéria. O controle mais uma vez envolve higiene rigorosa e eliminação dos focos (aves portadoras da bactéria).</p>
<p><strong>Micoplasmose:</strong> Altamente contagiosa, afeta aves de todas as idades apesar da baixa mortalidade. Seus sintomas podem ser: artrite e espirros.Como sempre a higiene e eliminação dos portadores é o controle eficaz.</p>
<p><strong>Coriza infecciosa:</strong> Doença altamente contagiosa afeta aves em todas as idades, sendo a vacina a forma mais efetiva de controle.Ataca principalmente as vias aéreas e seus sintomas são espirros, conjuntivite, inchaço facial (sinusite). Evitar correntezas de ar e friagens pois costumam agravar os sintomas.</p>
<p><strong>Pausteurelose:</strong> Também conhecida como septicemia hemorrágica e cólera aviária, infecta aves com mais de 6 semanas, provocando alta mortalidade. As carcaças de aves que morreram da doença são são o principal meio de infecção pois os roedores e outros animais levam a bactéria e a disseminam entre as criações. A bactéria pode permanecer na carcaça e no solo por até 3 meses. Seus sintomas são: febre, sonolência, congestão ou cianose de cristas e barbelas e morte repentina.O controle dessa doença baseia-se no combate aos ratos e roedores silvestres pois são considerados seus vetores além da higiene e desinfecção periódica das instalações. Também as vacinas aplicadas entre 10 / 16 semanas de idade (duas aplicações com intervalo de de 2 &#8211; 4 semanas) podem ajudar mas os resultados não são 100% garantidos, portanto mais uma vez a prevenção consiste em muita higiene e controle de entrada de novos indivíduos no plantel ( quarentena).</p>
<p><strong>Botulismo:</strong> Causado pela toxina produzida pela bactéria  Clostridium botulinum, é muito freqüente nas criações de fundo de quintal devido ao hábito de fornecer sobras de comida caseira para as aves. As aves que ingerem a toxina existente na matéria orgânica em decomposição apresentam um quadro de paralisia flácida e morte repentina. No controle da doença deve-se evitar exatamente fornecer alimentação passível de desenvolver essas bactérias.</p>
<p><strong>Estafilocose:</strong> A estafilocose aparece na forma difusa (septicemia) com mortalidade elevada, ou , na forma localizada, caracterizada por artrite e abscesso no coxim plantar, podendo afetar aves em qualquer idade. Higiene e desinfecção são as formas de controle mais eficazes.</p>
<p><strong>Borreliose:</strong> Doença transmitida por carrapatos comum em criações de aves caipira.Sintomas: Palidez, anorexia, fezes esverdeadas e morte. O controle consiste em eliminar os ectoparasitas, principalmente os carrapatos.</p>
<p><strong>Ornitose:</strong> A mesma doença é chamada de psitacose quando afeta psitacídeos (papagais,etc), clamidiose quando afeta o homeme ou outros mamíferos e de ornitose quando afeta aves não psitacídeas.A doença é muito grave de diagnóstico e tratamento difícil. Sintomas: dificuldades respiratórias, gastroenterite e morte. Exige o máximo de cuidados no manuseio dos cadáveres e carcaças pois é altamente contagiosa. É útil nesses casos o crematório.</p>
<p><strong>Tuberculose:</strong> Causada pelo Mycobacterium avium, afetando principalmente aves adultas, principalmente as de criação caipira e de zoológico, sendo os suínos a fonte de contaminação para as aves. Os sintomas são dificuldade respiratória, palidez e manqueira. Como os bacilos são eliminados nas fezes e nos ovos, podem constituir um grave problema de saúde pública. As aves positivas devem ser eliminadas e incineradas.</p>
<p><strong>Aspergilose:</strong> Doença infecciosa das aves jovens em geral, provocada por fungos (môfo) e capaz de causar grande mortalidade.A contaminação pode ocorrer durante a eclosão dos ovos, nos ninhos, nas criadeiras ou até nas granjas (cama e alimentos). Deve ser controlada evitando-se qualquer vestígio de fungos nas instalações e principalmente na sacaria de ração ou cereais de alimentação. Procure sempre comprar ração dentro do prazo de validade indicado na sacaria e armazene sempre em lugares isentos de umidade. Em caso de suspeita de contaminação, não forneça a alimentação às aves.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">PRINCIPAIS PARASITOSES</span></strong></p>
<p><strong>Coccidiose:</strong> É uma doença causada por parasitas que provocam lesões nos intestinos, podendo variar desde pequenas irritações até lesões mais graves, com hemorragias e necrose, além de alta mortalidade. Sintomas: perda de peso, despigmentação e diarréia com ou sem sangue. As aves se contaminam ao ingerir ovos (oocistos) maduros através da cama, ração ou água contaminados. Os oocistos são introduzidos na criação por equipamentos, homem, animais e insetos. O controle consiste em higiene e desinfecção e uso de drogas coccidiostáticas(normalmente já presentes em rações de boa qualidade).</p>
<p><strong>Entero-hepatite:</strong> A doença é também chamada de cabeça negra dos perus ou histomoníase. Afeta principalmente perus jovens causando lesões necróticas nos cecos e fígado, com mortalidade elevada. Apesar de ser doença dos perus é importante estar alerta no caso de haver contato com essas aves e o plantel de galinhas.</p>
<p><strong>Verminoses e ectoparasitoses:</strong> As verminoses são provocadas por diferentes formas de vida (parasitas) que usam os seus hospedeiros para retirar deles o seu sustento, afetando o desenvolvimento e a produção e levá-los até a morte.As ectoparasitoses mais frequentes são causadas por dermanissos, ornitonissos, sarna, carrapatos, percevejos, moscas e mosquitos. A Ectoparasitose pode debilitar as aves e predispô-las a outras doenças, portanto um controle efetivo deve ser feito pulverizando-se as instalações com inseticidas que tenham boa ação residual, evitando-se também a superpopulação de aves. Um programa de vermifugação deve ser instituído periodicamente e, no caso de dúvidas, encaminhar as fezes ou o parasita para identificação.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">DOENÇAS DE ORIGEM NUTRICIONAL OU METABÓLICA</span></strong></p>
<p><strong>Diátese exsudativa:</strong> As aves mostram-se com edemas e hemorragia de tecido subcutâneo nas regiões baixas do corpo. A doença está relacionada com com deficiência de vitamina E e selênio. Pode ser controlada adicionando-se antioxidante às raçôes e a reposição desseselementos.</p>
<p><strong>Encefalomalácia nutricional:</strong> As aves afetadas mostram-se com incoordenação motora, prostração e morte.As lesões se encontram principalmente no cerebelo, que pode estar aumentado de tamanho e com hemorragia.A principal causa é a deficiência de vitamina E que deve ser adicionada à água de beber e melhorar a qualidade de alimentação fornecida.</p>
<p><strong>Raquitismo:</strong> É uma doença carencial causada por deficiência de cálcio, fósforo ou vitamina D, podendo afetar o esqueleto como um todo, apresentando deformidades e consistência de borracha.Suplementos minerais além de boa alimentação evitam esses sintomas. O sol também ajuda na recuperação e prevenção do raquitismo.</p>
<p><strong>Micotoxicoses:</strong> São doenças causadaspor ingestão de alimentos contaminados por micotoxinas. A principal fonte de micotoxina para a ave é o milho e/ou a ração.As micotoxinas são produzidas por fungos, portanto qualquer aparência de contaminação (porções azuladas ou mofadas) no milho ou ração devem ser imediatamente descartadas. As aves apresentam sintomas de palidez, pouco crescimento, diarréia, hemorragia, alteração nos ovos e morte.</p>
<p><strong>Ascite:</strong> A ascite caracteriza-se por acúmulo de líquido na cavidade abdominal, relacionada com lesões hepáticas, cardíacas ou pulmonares.Os quadros de ascite nas criações caipiras ou aves silvestres estão associados com processos neoplásicos (doença de Marek ou leucose linfóide) ou com lesões de fígado por micitoxina.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">MÉTODOS DE CONTROLE DAS DOENÇAS AVIÁRIAS</span></strong></p>
<p><strong>Isolamento:</strong> O isolamento tem como finalidade impedir que os agentes infecciosos penetrem no ambiente das aves.Esse isolamento deve ser uma preocupação por ocasião da construção dos aviários, recomendando-se que sejam isolados de ouros criatórios e que se controle o acesso de homens e animais. Outras instalações que devem ser pensadas são os locais para a quarentena, onde os novos indivíduos adquiridos ou de fora possam ser alojados por um período máximo de 10 dias para observação e até vacinação preventiva, antes de manterem contato com as aves já presentes no plantel.</p>
<p><strong>Higiene:</strong> A higiene tem como finalidade prevenir doenças e preservar a saúde. Podemos observar que quase todas as doenças dependem de higiene para não se desenvolverem. Por tudo o que foi escrito e lido achamos que este é o ponto mais importante para quem quiser ter sucesso na sua criação. A higiene não está restrita apenas aos ambientes mas a todos os utensílios, comedouros, bebedouros, poleiros etc..e deve ser feita de 15 em 15 dias ou menos com água e creolina a 2%. Também a caiação dá bons resultados: 20 litros de água + 1.5kgs. de cal extinta e 100ml de creolina. Pulverizações com formol ou Lysoform bruto também são úteis.</p>
<p><strong>Vacinação: </strong>Tendo em vista o tráfego que as aves de competição e exposição realizam, achamos que a vacinação tem importância crucial na sobrevivência de nossas aves. Além do que,as aves vacinadas passam para os pintos os anti-corpos para os primeiros dias de vida. Os métodos de vacinação e suas peculiaridades estão na tabela no início desta matéria. Esperamos que todos dêem a máxima importância a tudo que foi exposto e conduzam suas atividades dentro destes critérios que só irão valorizar as criações e credenciar os criadores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-505" title="vacinacao" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/02/vacinacao.jpg" alt="vacinacao" width="571" height="257" /></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte: U.F.Viçosa- Depto. de Veterinária</strong></span></p>
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		<title>Planejamento de aviários para criação de frangos de corte</title>
		<link>/avicultura/2010/02/21/planejamento-de-aviarios-para-criacao-de-frangos-de-corte/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 17:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manuais Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aviários]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
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		<description><![CDATA[A criação moderna de frangos de corte é uma atividade que envolve elevados investimentos. O planejamento da atividade torna-se primordial, pois o perfeito dimensionamento entre as capacidades das granjas, fábrica de ração, incubatório, frigoríficos e transporte, evita que se trabalhe com ociosidade num seguimento e falta de espaço em outro. A otimização da utilização da capacidade de todos os<br /><span class="excerpt_more"><a href="/avicultura/2010/02/21/planejamento-de-aviarios-para-criacao-de-frangos-de-corte/">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-39 alignleft" title="embrapa" src="/avicultura/wp-content/uploads/2009/10/embrapa.jpg" alt="embrapa" width="227" height="119" />A criação moderna de frangos de corte é uma atividade que envolve elevados investimentos. O planejamento da atividade torna-se primordial, pois o perfeito dimensionamento entre as capacidades das granjas, fábrica de ração, incubatório, frigoríficos e transporte, evita que se trabalhe com ociosidade num seguimento e falta de espaço em outro. A otimização da utilização da capacidade de todos os segmentos é um dos fatores de redução de custos. A elaboração deste comunicado têm como objetivo orientar os produtores de aves, quando do<br />
planejamento, para construção de aviários.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;"><span id="more-491"></span>Download: <a class="downloadlink" href="/avicultura/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=33" title=" downloaded 1985 times" >Embrapa - Planejamento de aviários para criação de frangos de corte (1985)</a></span></strong></p>
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		<title>Alerta sobre proibição de cama-de-frango na alimentação animal</title>
		<link>/avicultura/2010/01/30/alerta-sobre-proibicao-de-cama-de-frango-na-alimentacao-animal/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 05:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alimentação animal]]></category>
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		<description><![CDATA[Com a finalidade de garantir a sanidade animal do estado, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) alerta para o risco da utilização da cama de frango na alimentação de ruminantes (bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos). De acordo com a Instrução Normativa nº 8 de 25/03/2004 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é proibida em<br /><span class="excerpt_more"><a href="/avicultura/2010/01/30/alerta-sobre-proibicao-de-cama-de-frango-na-alimentacao-animal/">[continue reading...]</a></span>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Com a finalidade de garantir a sanidade animal do estado, o  Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) alerta para o risco da utilização da  cama de frango na alimentação de ruminantes (bovinos, bubalinos, caprinos,  ovinos). De acordo com a Instrução Normativa nº 8 de 25/03/2004 do Ministério da  Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) é proibida em todo o território  nacional a produção, a comercialização e a utilização de produtos destinados à  alimentação desses animais que contenham em sua composição proteínas e gorduras  de origem animal.<br />
<img class="size-full wp-image-449 aligncenter" title="gado_comendo" src="/avicultura/wp-content/uploads/2010/01/gado_comendo.jpeg" alt="gado_comendo" width="485" height="318" /></div>
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Dentre os ingredientes proibidos na alimentação está a  cama de aviário também chamada de cama de frango. Trata-se do conjunto do  material utilizado para forrar o piso dos galpões, que pode ser de maravalha,  palha de arroz, feno de capim, sabugo de milho triturado ou serragem com as  fezes, urina, restos de ração e penas que se misturam com esse material.</div>
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<p><span id="more-448"></span>Além da cama de frango também estão proibidos o uso de sangue e  derivados, farinha de sangue, de carne e ossos, de ossos autoclavados, de  resíduos de açougue, de vísceras de aves, de penas, de resíduos de abatedouros  de aves e qualquer produto que contenha, em sua composição, proteínas, gorduras  de origem animal e resíduos da exploração de suínos. Este produto pode ser  utilizado de maneira legal como adubo.</p>
<p>O IMA, órgão veiculado à  Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa),  atenta os produtores para que verifiquem, antes de alimentar seus animais com  ração, concentrados e suplementos protéicos, se no rótulo destes produtos não se  encontram os dizeres: “USO PROIBIDO NA ALIMENTAÇÃO DE RUMINANTES”. Também é  importante guardar os comprovantes e notas fiscais de aquisição de rações,  concentrados, suplementos protéicos e também matérias-primas (caso a ração seja  preparada na propriedade).</p>
<p><strong>Doenças</strong></p>
<p>Um dos  motivos da proibição é o risco que seu uso traz para a sanidade do rebanho  nacional. Dentre as doenças que podem ser veiculadas pela da cama de frango  estão o Botulismo e a Encefalopatia Espongiforme Bovina, popularmente conhecida  como doença da “Vaca Louca”.</p>
<p>Um perigo que pode estar relacionado com a  cama de frango é a possível presença de bactérias, arames, pregos e resíduos de  inseticidas e antibióticos, além da possibilidade de causar uma doença chamada  botulismo. O botulismo é causado pela ingestão da toxina do Clostridium  botulinum. A bactéria pode ser encontrada no meio ambiente, além de ossos, fezes  e, até mesmo, no tubo gastrointestinal de animais mortos. A doença  caracteriza-se pela paralisia muscular do animal.</p>
<p>A “Vaca Louca” pode  ser transmitida através de uma proteína chamada prion, presente na farinha de  carne e ossos de animais infectados com a doença. Os primeiros casos da doença  ocorreram na Europa em 1986 tendo sido registrados também em outros continentes.  O Brasil é considerado de baixo risco da doença. Por isso o IMA, na intenção de  preservar esse status, inspeciona constantemente produtores rurais visando a não  utilização deste produto na alimentação dos ruminantes, diminuindo o risco do  surgimento da doença. O descumprimento da legislação gera auto de infração, e a  documentação referente à vistoria é enviada ao MAPA para demais providências.</p>
<p>É importante frisar que o consumo de produtos de origem animal  provenientes de bovinos tratados com cama de frango também representa risco para  a saúde humana.</p></div>
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		<title>Fiscalização da cama de frango</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 21:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo Ribeiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cama de Frango]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[alimentação bovina]]></category>
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		<description><![CDATA[No Brasil ainda não apareceu nenhum caso da vaca louca, mas o governo diz que é preciso ficar alerta. Para prevenir é bom não usar produtos de origem animal na alimentação do gado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-187" title="globorural" src="/avicultura/wp-content/uploads/2009/10/globorural.jpg" alt="globorural" width="139" height="113" />No Brasil ainda não apareceu nenhum caso da vaca louca, mas o governo diz que é preciso ficar alerta. Para prevenir é bom não usar produtos de origem animal na alimentação do gado.</p>
<p><object width="480" height="392"><param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie" /><param value="high" name="quality" /><param value="midiaId=1171253&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" name="FlashVars" /><embed width="480" height="392" flashvars="midiaId=1171253&#038;autoStart=false&#038;width=480&#038;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf"></embed></object></p>
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